A Cuiteense Dona Pituca é enterrada em Fernando Noronha

Cuité Pb online | 19:45 | 1 Comentários

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Dona Pituca foi a primeira dona de pousada da ilha (Foto: Marcelo Loureiro/Acervo Pessoal)
Foi enterrada na manhã deste domingo (04) Maria do Carmo Dias Barbosa, Paraibana da cidade de Cuité,  conhecida em Fernando de Noronha como Dona Pituca. Ela estava com 79 anos de idade e morreu na quinta (01), no Recife, em consequência de complicações causadas por um AVC – Acidente Vascular Cerebral. O corpo chegou à ilha no final da tarde deste sábado (03) e desfilou pelas ruas de Noronha num carro do Corpo de Bombeiros .”Eu quero agradecer a todas as pessoas que ajudaram, principalmente ao pessoal dos Bombeiros’ disse Adriana Barbosa, filha de Dona Pituca.

O copo foi velado no Clube de Mães, na Vila dos Remédios, entidade que  Dona Pituca ajudou a criar foi presidente por 14 anos. Maria do Carmo sempre teve uma atuação marcante na comunidade local. Ela também cuidou da Igreja Nossa Senhora dos Remédios durante décadas,  e ainda morava na casa paroquial. No início dos anos 70 criou a primeira pousada da ilha, recebeu gente de todo mundo e ficou famosa pela hospitalidade e simpatia. Fez muitos amigos, entre moradores da  ilha, turistas e até políticos como o presidente do Senado José Sarney e o ex-governador Carlos Wilson.
Padre Glênio celebrou a missa (Foto: Ana Clara Marinho)
A maior devoção de Maria do Carmo era para São Pedro. Por mais de 50 anos dedicou-se a festa em homenagem ao padroeiro dos pescadores. Ela fazia questão de preparar a peixada e o pirão servido na comemoração realizada no dia 29 de junho, data dedicada ao Santo. E por isso que a imagem de São Pedro estava ao lado do caixão no velório e na missa de corpo presente, celebrada pelo padre Glênio Guimarães na Igreja Nossa Senhora dos Remédios. Na missa, muitos parentes, amigos e o administrador da ilha, Romeu Baptista. Depois da celebração o corpo de Dona Pituca foi enterrado no Cemitério de Fernando de Noronha.

FONTE - G1 PERNAMBUCO



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Um comentário:

  1. Que bom uma cuiteense fez lá nas terras estranhas, o que poderia ter feita aqui, se as oportunidades tivessem sido favoráveis. É com muita tristeza,que vejo diariamente jovens cuiteenses sendo forçados a migrarem, por falta de oportunidades.
    Aonde estão os poderes que podem e nada fazem.
    Que Deus console os familiares desta cuiteense.

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